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45ª Edição do Boletim de Debêntures Incentivadas - Agosto de 2017

No mês de agosto foram emitidas 04 (quatro) debêntures de infraestrutura vinculadas aos setores de energia (eólica e petróleo e gás) e saneamento, com montante de R$ 1,6 bilhão. O volume total emitido em debêntures de infraestrutura alcançou R$ 4,9 bilhões em 2017, superando as captações registradas no ano de 2016, que ficou na casa de R$ 4,4 bilhões. O volume total captado em debêntures, desde 2012 é de R$ 24,4 bilhões.
por publicado: 26/09/2017 15h06 última modificação: 26/09/2017 15h06

Destaca-se, neste mês de agosto, a expressiva emissão de debêntures (5ª emissão) da Petrobras, captando no mercado doméstico, volume financeiro de quase R$ 5 bilhões, sendo a parcela de R$ 1,4 bilhão – desdobradas em duas séries de debêntures incentivadas (PETR15 e PETR25).

Assim, dado o montante captado até o momento e considerando a tendência positiva de captação até o fim deste ano, o volume financeiro de debêntures de infraestrutura poderá ultrapassar o recorde dos anos de 2014 e 2015, quando o volume financeiro foi da ordem de R$ 5 bilhões por ano.

Entre as emissões distribuídas por meio de Oferta Pública (Instrução CVM nº 400/2003) e Oferta Restrita (Instrução CVM nº 476/2009), o percentual de participação nas debêntures, desde 2012, por Pessoas Físicas corresponde a 44%, demais Instituições Financeiras com 16% e Fundos de Investimento com 15%. Já os Investidores Estrangeiros adquiriram cerca de 1% desse montante no período.

No Mercado Secundário, nos últimos 12 meses, a negociação de debêntures incentivadas foi superior ao de debêntures não incentivadas, sendo que no mês de agosto as debêntures incentivadas apresentaram giro de 5% contra 1,2% das debêntures não incentivadas.

Com relação ao Índice de Debêntures ANBIMA (IDA), nos últimos 12 meses, o IDA-DI apresentou uma valorização de 14%, comparado a uma evolução de 10% do IDA–IPCA infraestrutura e 18% do IDA-IPCA ex-infraestrutura. Em relação ao risco, nos últimos 12 meses, IDA-IPCA Infraestrutura foi superior aos demais, devido à Duration mais longa da carteira, atingindo a uma taxa de risco na casa de 5%, enquanto o IDA-DI e o IDA-IPCA ex-infraestrutura atingiram respectivamente, 0,2% e 3,8%.

Quanto aos Fundos de Infraestrutura, a aplicação em debêntures dos Fundos de Renda Fixa foi de 72%.  No que se refere aos Fundos em Cotas de Fundos e aos Fundos em Direitos Creditórios, a participação de debêntures alcançou, respectivamente, 100% e 96% do Patrimônio Líquido (PL).

Clique aqui para acesso à 45ª Edição do Boletim de Debêntures Incentivadas elaborado pela Seae/MF, bem como, das versões anteriores e também na versão em inglês.